Mostrando postagens com marcador Rotina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rotina. Mostrar todas as postagens

sábado, 15 de março de 2014

Como fazer da rotina uma aliada

Gif de balãoGif de balãoGif de balãoGif de balão
Prever, passo a passo, as tarefas a desempenhar dentro e fora da 
classe ajuda a obter os resultados esperados.  Seus alunos agradecem.

Gif de balãoGif de balãoGif de balãoGif de balão

Preparar cada aula, organizar o material didático, levantar diferentes 
recursos para ensinar um conteúdo e cuidar da ambientação da sala - 
sem abrir mão da formação continuada. São muitas as atividades que constroem o dia-adia do professor.

Por Exemplo:

Ter um jeito próprio de se organizar 
Não existe certo ou errado quando se fala em rotina profissional. 
Cada professor precisa descobrir as ferramentas que melhor se encaixam 
ao seu estilo de trabalho. Pode ser um bloco do tipo agenda, um caderno tradicional ou um arquivo de computador. 

Planejar com antecedência 
Separar o material didático previsto para ser usado na semana seguinte 
e reservar um dia para rever o roteiro de atividades é sempre bom para garantir que nenhum detalhe seja esquecido. 

Reservar espaço para estudar 
Manter-se atualizado, tanto em relação aos conteúdos quanto à prática 
de sala de aula, é fundamental. Você pode fazer um mestrado, uma especialização ou apenas estabelecer uma rotina de estudos em casa
 (com muitos livros e pesquisa via internet). O que vale é crescer 
sempre. 

Organizar o espaço As atividades previstas para o dia serão desenvolvidas individualmente 
ou em grupos? Prever a melhor maneira de ambientar a sala de aula é o primeiro passo. 

Compartilhar o planejamento 
"Contar aos alunos o que será feito ao longo do dia é importante por 
dois motivos. Em primeiro lugar, porque eles ficam mais confortáveis, 
sem aquela euforia de 'o que será que vem agora?'. Depois, porque faz 
com que saiam da postura passiva de quem está sempre aguardando um comando", explica Karen Elizabete Nodari, coordenadora do núcleo de Orientação e Psicologia Educacional do Colégio de Aplicação da 
Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 

Definir as tarefas Cada conteúdo exige um tipo de atividade (leia mais nesta reportagem). Enquanto os alunos produzem textos ou resolvem problemas, uma boa 
dica é circular pela sala, acompanhando a evolução de cada um. "Se 
você decide passar um filme, por exemplo, é essencial preparar um 
pequeno roteiro para a turma, com pontos a ser observados", diz 
Valéria Roque. 

Prever atividades extras 
Nem tudo sai conforme o previsto, certo? Portanto, ter na manga 
algumas tarefas capazes de envolver a turma é sempre bom. No dia-a-
dia, isso vale também para aqueles alunos que sempre terminam tudo 
antes dos outros - mas não podem ser deixados de lado. 

Antecipar a aula seguinte 
Encerrar o dia informando o que será realizado no dia seguinte é uma 
ótima estratégia porque gera uma expectativa positiva e permite que 
os alunos se preparem melhor ao compreender que há continuidade no processo educativo. 

Trocar idéias na escola 
Reuniões com os colegas, a coordenação pedagógica e a direção são fundamentais para revisar o planejamento e encaminhar as questões 
mais relevantes. 

Pensar grande 
"É preciso ter uma visão de conjunto para poder planejar a rotina diária", resume a professora Lúcia, de Porto Alegre. "Mecanismos de registro 
ajudam muito nesse sentido. Alguns preferem escrever, outros preferem 
fazer esquemas. Só não pode mesmo é fazer tudo de cabeça.
Gif de balãoGif de balãoGif de balãoGif de balão
Exemplo de um depoimento de uma Rotina

A professora Lúcia Ferreira, que leciona para o 2º ano na EMEF Chico 
Mendes, em Porto Alegre, sobre a importância da rotina para suas 
atividades diárias. "Chego todo dia às 7h20 na escola. Pego o caderno 
de chamada e vou para a sala de aula, conferir se o espaço está 
organizado da forma que eu preciso. Quando toca o sinal, às 7h45, 
vou ao pátio buscar a turma. Pergunto como passaram o dia anterior, 
faço a chamada e apresento como será o dia. Todos escrevem a data 
no caderno e anotam a sequência de atividades previstas. Só então 
dou início às tarefas: leitura, escrita, desenho etc. Como em qualquer 
turma, cada aluno trabalha num ritmo próprio. Alguns não conseguem acompanhar o andamento, precisam de incentivo e auxílio constantes. 
Outros terminam tudo rapidamente. Esses, eu uso como monitores, 
para auxiliar os colegas. Logo após o recreio, costumo propor tarefas 
mais lúdicas e calmas porque a gurizada volta do pátio sempre agitada. 
Às 11h30, meia hora antes do fim da aula, todos recolhem os materiais usados. Faço uma avaliação do que fizemos e aponto como será o dia seguinte. Se algum trabalho não foi concluído, gosto de lembrar o que 
falta fazer. E é importante lembrar se haverá aula de Informática ou 
Educação Física, por exemplo. Em casa, começa o que eu chamo de 
segundo tempo. Registrar os eventos mais importantes, ajustar o planejamento, criar atividades para os mais adiantados. No meu 
caderno, tenho a semana inteira prevista porque é preciso deixar 
tudo organizado para que a turma toda avance.
Gif de balãoGif de balãoGif de balãoGif de balão
Retirado da Revista Nova Escola

Organizar a rotina da alfabetização

Gif Marie Aristogatas

Antes de receber a turma de alfabetização, o professor deve planejar que atividades vão proporcionar o contato sistemático e significativo com 
práticas de leitura e de escrita

Gif Marie Aristogatas

Aos 5 ou 6 anos de idade, as crianças percebem mais claramente que 
existem outras formas de representar o mundo sem ser por meio de 
desenhos cheios de traços e cor. Descobrem, enfim, a presença e a importância da escrita, que permite a todos comunicar ideias e opiniões 
por meio, por exemplo, de cartas, bilhetes, notícias e poemas. Mas, 
para que cada um dos pequenos dê esse grande salto no aprendizado, 
é preciso que a atuação do professor no Ensino Fundamental de nove 
anos esteja ajustada a esse propósito. 
O passo inicial é definir com antecedência as atividades que vão fazer 
do ano letivo um encadeamento de descobertas, cada uma delas mais desafiante que a outra. "O educador precisa ter uma visão geral do 
trabalho para prever em que ritmo as propostas de leitura e escrita 
vão se aprofundar ao longo do período", explica a professora argentina 
Mirta Torres, especialista em didática da leitura e da escrita.

Segundo Mirta, nesse planejamento é importante considerar que cada 
criança já está em processo de alfabetização. "Antes de irem para a 
escola, os pequenos tiveram contato com práticas de leitura e de escrita, 
com maior ou menor grau de espontaneidade, ao escutar os pais lerem histórias, ao folhearem livros ou ao verem adultos e outras crianças escreverem", pontua. O que muda é que na escola esse processo passa 
a ser intencional e sistemático, ganhando sentido e contando com a participação ativa de cada estudante.
Para chegar ao detalhamento da rotina semanal de uma classe de 1º 
ano, o educador precisa ter clareza de que itens devem ser combinados 
e com que regularidade devem ser praticados para permitir às crianças entender em que situações se lê e se escreve, para que se lê e se 
escreve e quem lê e escreve. "E não é necessário ter sempre novidades programadas. A continuidade dá segurança aos alunos e, associada à diversidade de assuntos, amplia o repertório deles", explica Debora 
Samori, pedagoga e formadora de professores do Centro de Educação 
e Documentação para Ação Comunitária (Cedac). Um planejamento
 acertado contempla três tipos de atividade. 

Gif Marie Aristogatas

1. Atividades permanentes São essenciais para o processo de alfabetização. Por isso, devem ser praticadas diariamente ou com periodicidade definida e em horário 
destinado exclusivamente a elas. Incluem: 

1. A leitura pelo professor, feita diariamente, em voz alta, caprichando 
na entonação para aumentar o interesse e tomando cuidado para variar 
os gêneros durante o ano: contos, cartas, notícias, poemas etc. 

2. A leitura pelos alunos, feita em dias alternados com atividades de 

escrita, sempre tendo como objeto textos que eles conheçam de cor, 
como cantigas, parlendas, trava-línguas, textos informativos etc. 

3. A escrita pelas crianças, feita em dias alternados com atividades 

de leitura, tendo como objeto a produção de listas de nomes de colegas, 
de frutas, de brinquedos etc., que podem ser escritas pelos estudantes 
com lápis e papel ou com letras móveis. 

4. A produção de texto oral com destino escrito, feita em dias alternados com atividades de leitura, quando os alunos criam oralmente um texto 

e o ditam para o professor, trabalhando o comportamento escritor. 

Gif Marie Aristogatas

2. Sequências de atividades 
São organizadas para atingir diversos objetivos didáticos relacionados 

ao ensino e à aprendizagem da leitura e da escrita. Necessariamente apresentam um nível progressivo de desafios. A duração varia de acordo 
com o conteúdo eleito. Pode levar dois meses ou chegar a quatro, sendo praticada duas ou três vezes por semana. Visam levar as crianças a 
construir comportamentos leitores associados a propósitos como ler 
para aprender, ler para comparar diferentes versões de uma mesma obra 
e ler para conhecer diversas obras de um mesmo gênero. Em um bimestre, pode ter como objetivo trabalhar a leitura de contos de autores variados. 
Em outro, pode eleger a leitura de seções de jornal para que a turma se habitue a outro tipo de texto.

Gif Marie Aristogatas

3. Projetos didáticos 
São formas de organização dos conteúdos escolares que contribuem para 

a aprendizagem da leitura e da escrita ao articular objetivos didáticos e objetivos comunicativos. A sequência de ações de um projeto culmina na elaboração de um produto final (um livro de receitas saudáveis para as merendeiras da escola, uma gravação em CD ou fita cassete com a leitura 
de poesias para alunos de Educação de Jovens e Adultos, um jornal de 
bairro a ser distribuído para a comunidade etc.). Pode durar todo um 
semestre e ter ou não conexão com o projeto didático proposto para o segundo semestre. No primeiro, por exemplo, os alunos ouvem a leitura 
de poesias e decidem quais farão parte de um livro escrito pelo professor 
(que atua como escriba) e ilustrado por eles. A destinação da obra deve 
ficar clara. Pode ser o acervo de livros da professora, a biblioteca da escola, 
a família das crianças ou colegas de outra turma. No segundo semestre, 
uma proposta poderia ser a leitura pelos alunos de poesias que sabem 
de memória para depois serem declamadas em público em um sarau organizado por eles, reunindo os pais, os estudantes e a comunidade.

Gif Marie Aristogatas

Avaliar sempre  

Com base nas atividades essenciais e a frequência com que devem ser realizadas, o professor pode fazer uma programação detalhada do que 
vai trabalhar durante o ano (veja um exemplo no quadro abaixo). Após 
essa distribuição, é possível fazer agendas de 15 ou até 30 dias de 
aulas, dia após dia, de segunda a sexta-feira. Essa é uma etapa de 
grande importância no planejamento. Nela, os projetos didáticos e as sequências de atividades também são elaborados em detalhes, 
definindo-se justificativas, tempos de duração, materiais necessários, aprendizagens desejáveis e desenvolvimento passo a passo. 

Colocar tudo no papel faz pensar na forma de realização das atividades, 
além de antecipar a necessidade de separação ou de compra de 
materiais: 
  • Que livros devo ter à mão para ler aos alunos? 
  • Quais voltarei a ler ao longo do ano? 
  • Quais devo ter em maior quantidade para permitir que todos acompanhem a leitura? 
  • Como escreveremos a lista de nomes dos alunos? 
  • Como eles vão se apresentar à turma? 

Outro cuidado importante é, logo nas primeiras atividades, identificar 
que habilidades, conhecimentos e dificuldades cada aluno traz de suas experiências de vida, seja em casa, seja na escola. "Esse é o momento 
de observar, tomar nota e refletir sobre a atuação de cada um em tarefas coletivas, em atividades realizadas em duplas ou trios e em momentos
 de trabalhos individuais, o que permitirá acompanhar a evolução dela no ano", orienta a pedagoga Debora Samori. 

A classe pode ter crianças em diferentes níveis de conhecimento em 
relação à escrita. O professor não deve encarar isso como um problema. 
Cada aluno é importante e traz características que devem ser identificadas 
e aproveitadas. A orientação é ajustar o foco, pensar nas possibilidades 
de interação e troca e seguir em frente com o trabalho. 

Há uma infinidade de descobertas a serem feitas por seus futuros leitores 
e escritores, e eles vão precisar de muitos desafios para dizer o que 
pensam e compreender o que leem.

Gif Marie Aristogatas

Proposta -  Primeiro semestre

Projetos : 
  • Livro de reescrita de contos de fadas ditado para o professor; 
  • Livro de brincadeiras preferidas do grupo ditado para o professor.

Atividades permanentes : 
  • Escrita e leitura diárias do próprio nome e dos colegas;
  • Escrita e leitura de listas de palavras de um  mesmo campo semântico;
  • Leitura diária de textos literários pelo professor ;
  • Roda de leitura e empréstimo de livros.

Sequências didáticas
  •  Escrita e leitura diárias do próprio nome e dos colegas; 
  • Escrita e leitura de listas de palavras de um mesmo campo semântico;
  • Leitura diária de textos literários pelo professor; 
  • Roda de leitura e empréstimo de livros.

Gif Marie Aristogatas

Proposta -  Segundo semestre

Projetos : 
  • Livro de reescrita de histórias do mesmo autor ou do mesmo personagem já 
          trabalhados na sequência didática de leitura do primeiro semestre; 
  • Produção de uma agenda telefônica do grupo.
Atividades permanentes : 
  • Leitura de nomes próprios para a análise da ordem alfabética;
  • Escrita e leitura de títulos de histórias conhecidas;
  • Leitura pelo professor de textos informativos e literários;
  • Roda de leitura e empréstimo de livros;
  • Indicação literária dos livros apreciados pelo grupo

Sequências didáticas
  •  Escrita e leitura de adivinhas e charadas;
  • Ler para estudar características de animais, regiões, culturas, costumes etc.


Gif Marie Aristogatas

Retirado da Revista Nova Escola

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Quadro da rotina do dia!

Gif

A rotina para a criança é algo importante tanto na escola como em casa, 
pois se organizando externamente , ela poderá se organizar internamente 
com mais facilidade!

Gif
O que é a rotina?
 “Rotina se refere aos horários definidos para a realização das 
diversas atividades que a criança deve cumprir a cada dia. 
Sua organização supõe a distribuição dos horários para os estudos. 
Assim, é importante que os horários estejam claramente estabelecidos: 
hora de ir à escola, de comer, de estudar em casa, de realizar atividades 
como brincar e assistir à TV etc. A agenda diária e semanal deve estar 
sempre disponível para ser consultada pela criança: um cartaz 
grande e colorido em geral é uma boa estratégia. […] Os finais de 
semana também devem ser incluídos na agenda, tomando-se o cuidado 
para que haja períodos longos em que a criança possa ter liberdade 
para escolher que atividade realizar.” (SOARES; SOUZA; MARINHO, 2004) 
 Gif
A importância da rotina:

- Formação de hábitos: Seguir uma rotina é uma forma eficiente de se 

formar um hábito.
- A rotina é tão importante que é usada em tratamentos psicoterápicos (BARBOSA; MELO; REGO; CRISTIANINI, 2001).
- Castigos e agressões não serão necessários para tentar mudar 

um comportamento inadequado caso a criança tenha aprendido bons 
hábitos desde pequena.
- Exemplo (hábito de estudar):
“Sem orientação adequada e com pouco tempo, alguns pais acabam usando 

de práticas coercivas (agressões físicas e castigos) para tentar mudar 
o comportamento da criança em relação aos estudos.” (SOARES; 
SOUZA; MARINHO, 2004)

Gif


Gif

Gif
Obs: Aumente as filipetas , pois  é difícil para ver de longe.


Gif
 
Gif


 
Gif

Esse saquinho amarelo é onde você deixe as várias filipetas, de acordo o 
que vamos fazer no dia, coloque no quadro com fita crepe.

 Gif

Retirado do Blogger Cantinho da @retecs

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Escrita e Leitura

Gif
Atividade permanente de Língua Portuguesa sobre leitura para 
turmas do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, com flexibilizações 
de recursos, tempo e conteúdos para alunos com deficiência física.
Gif

Leitura compartilhada e debate

Atividade permanente que propõe a leitura de livro de poesias em 
uma roda de leitura.
Gif

Leituras simultâneas de contos

Projeto didático que propõe três sessões quinzenais de leitura de 
histórias escolhidas pelas crianças, divulgadas em cartazes com a 
propaganda das sessões.
Gif

Leitura de textos informativos

Atividade permanente que sugere a leitura de textos informativos 
sobre temas de interesse dos alunos.
Gif

Leitura de títulos

Atividade permanente que sugere uma rotina semanal de leitura de 
contos de fadas conhecidos dos alunos.
Gif

Coletânea de textos poéticos memorizados

Projeto didático que propõe a construção de saberes sobre a leitura, 
mesmo antes de saber ler convencionalmente, por meio da produção 
de uma coletânea de poesias.
Gif

Comparar histórias

Sequência didática que propõe a comparação de histórias sobre um 
mesmo personagem, para que a criança perceba semelhanças e 
diferenças na descrição de suas características
Gif

Vasculhando a rede

Sequência didática sobre pesquisa em internet e produção de texto 
para alunos do 3º ao 5º ano.
Gif

Almanaque da classe

Projeto didático de Língua Portuguesa sobre conhecimento de 
características de textos jornalísticos e revistas. Voltado para 
o Ensino Fundamental I.
Gif

Investigando o comportamento leitor

Plano de aula de Língua Portuguesa sobre comportamentos leitores, 
como ensiná-los e como avaliá-los.
Gif

Análise de Conto de Escola

Sequência didática de Língua Portuguesa sobre o texto 'Conto de Escola' 
de Machado de Assis, que trabalha os conceitos de corrupção, delação 
e de conto.
Gif

Comparando diferentes versões de Pinóquio

Sequência didática de Língua Portuguesa sobre leitura, que propõe a comparação de diferentes versões de Pinóquio
Gif

Leitura com textos jornalísticos

Sequência didática sobre os gêneros jornalísticos: editorial, notícias 
e reportagens, para os 2º e 3º anos do Ensino Fundamental.
Gif

Prática de leitura

Sequência didática sobre prática de leitura na alfabetização inicial.
Gif