segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Jogos Pedagogicos com Materiais Reciclados

Memória de gavetinhas

Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Caixas de fósforo, letras do alfabeto impressas, papel contact e cola quente.
Como jogar/interagir: Tentar achar dentro da gavetinha a letra e o seu par.


Loto quadrinhos




Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Papelão, revistas em quadrinhos e contact.
Como jogar/interagir: Joga-se em grupos de quatro pessoas, cada um com uma cartela. Uma outra pessoa tira da caixa uma figura e fala para o grupo. Quem tiver a figura correspondente cantada coloca um feijão em cima. Quem completar a cartela primeiro ganha.



Lince



Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Papelão, cola, tinta, encartes de supermercado e contact.
Como jogar/interagir: Os jogadores recebem as cartelas com as figuras que estão o tabuleiro e depois do sinal, tentam localizar rapidamente a figura em cima do seu par correspondente. Vence quem colocar primeiro as figuras.



Jogo de Perguntas e respostas ecológicas




Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Sacolas plásticas, papel, garrafa plástica, tinta e cola.
Como jogar/interagir: Interagir com o brinquedo.



Jogo de damas de tampas



Autor: Binqueduca
Materiais utilizados: Papelão, fita adesiva colorida, tampas de garrafa de amaciante e tinta.
Como jogar/interagir: É jogado com dois parceiros, um com 12 pedras brancas e outro com 12 pedras pretas. Começa com quem está com as pedras brancas, a pedra só anda para a frente e uma casa de cada vez, podendo capturar tanto para a frente ou para trás. Quando ela atinge a última linha do tabuleiro é promovida à dama, que pode andar para frente e para trás quantas casas quiser, não podendo saltar uma pedra da mesma cor, não existindo sopro e duas ou mais peças juntas, na mesma diagonal, não podem ser capturadas. A pedra vale o mesmo que a dama. É obrigatório a captura de todas as peças que forem possíveis, podendo se passar mais de uma vez pela mesma casa vazia, não sendo permitido capturar duas vezes a mesma peça e as mesmas não podem ser retiradas do tabuleiro antes do fim do lance de captura. Após 20 lances consecutivos sem captura ou deslocamento de pedra a partida é considerada empatada assim como 5 lances consecutivos e finais de 2 damas contra 2 damas, 2 damas contra uma, 2 damas contra uma dama e uma pedra, uma dama contra uma dama e uma dama contra uma dama de uma pedra.

Jogo da velha  



Autor: Doação de escola
Materiais utilizados: 1 folha de papel cartão amarelo, 1 folha de papel cartão preto, 5 tampas amarelas e 5 tampas brancas.
Como jogar/interagir: O tabuleiro possui três linhas e três colunas, e é jogado com dois parceiros.  Cada jogador escolhe as tampas de uma cor (amarelas ou brancas). Os jogadores jogam alternadamente, uma marcação por vez, numa lacuna que esteja vazia. O objectivo é conseguir fazer uma linha  utilizando-se de três tampas, quer horizontal, vertical ou diagonal , e ao mesmo tempo, quando possível, impedir o adversário de ganhar na próxima jogada.


Forma palavras


Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Cilíndro de papelão, contact e palavras impressas.
Como jogar/interagir: Gire os elos e forme uma palavra.




Senha de entrada na sala


Autor: Doação de escola
Materiais utilizados: Tampas de garrafa pet numeradas, caneta e estojo para guardar.
Como jogar/interagir: Misture as tampas dentro do estojo e pegue uma para definir a ordem de entrada na sala de aula.



Retratos – Jogo da memória



Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Tampas de uma mesma cor, figuras de rostos e caixa de sapato.
Como jogar/interagir: Tentar encontrar os pares, virando uma carta por vez.


Resta um de joaninha


Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Papelão, tampinhas de garrafa, cola, tinta e fita adesiva.
Como jogar/interagir: Movimentam-se as peças em qualquer direção, com a intenção de capturar as peças até restar somente uma no tabuleiro.


Empilhe as tampas

Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Tampas coloridas de diferentes tamanhos, caixa de papelõ, cola, tinta e garrafa pet.
Como jogar/interagir: Empilhar respeitando a ordem de tamanho ou então, encaixar uma dentro da outra.


Dominó da multiplicação


Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Papelão, números impressos, contact.
Como jogar/interagir: Cada jogador pega 7 peças (que deverão estar todas viradas de cabeça para baixo) e as organiza, escondendo-as dos parceiros. Começa o jogo quem tiver a peça maior. O primeiro jogador coloca uma peça no centro da mesa e o próximo deverá colocar outra peça que tenha lado igual a um dos lados da mesa e assim por diante. Quem não tiver uma peça que possa ser colocada perde a vez. Vence o jogo quem terminar suas peças primeiro.


Quebra-cabeça


Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Caixas de fósforo, uma figura de revista, cola e contact.
Como jogar/interagir: Interagir com o brinquedo.



Delícia de memória



Autor: Doação de escola (EMEF Armelinda – 1ª Ano A)
Materiais utilizados: 1 vasilhame de chocolate em pó de plástico, 20 tampas de garrafa pet e 2 caixas de papelão iguais com figuras (caixas de bombom), cola.
Como jogar/interagir: Coloque as tampas viradas para baixo, com as tampas escondidas, misture-as e procure as tampas iguais.

Passa bolinhas


Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Garrafas pet, bolinhas de gude e durex colorido.
Como jogar/interagir: Tentar passar as bolinhas pelo funil dentro da garrafa.


Memória transportes


Autor: Brnqueduca
Materiais utilizados: Tampas de uma mesma cor, cola, garrafa pet e figuras de meios de transporte.
Como jogar/interagir: Tentar encontrar os pares, virando uma carta por vez.

Dominó em quadrinhos


Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Papelão, revistas em quadrinhos e contact.
Como jogar/interagir: Cada jogador pega 7 peças (que deverão estar todas viradas de cabeça para baixo) e as organiza, escondendo-as dos parceiros. O primeiro jogador coloca uma peça no centro da mesa e o próximo deverá colocar outra peça que tenha lado igual a um dos lados da peça da mesa, assim por diante. Quem não tiver uma peça que possa ser colocada perde a vez. Vence o jogo quem terminar suas peças primeiro.


Caixa do Tato


Materiais utilizados: Caixa de papelão, tintas, tesoura e.v.a. e cola ou fita adesiva.
Como jogar/interagir: Forme um cubo com a caixa de papelão e desenhe o rosto do palhaço. Recorte a boca do palhaço e cole os pedaços de e.v.a. por dentro da caixa, de forma que preencha a boca. Desenhe formas geométricas ou números nas laterais e recorte-os. Pinte os recortes e o rosto do palhaço.


Abaco


Autor: Concurso de brinquedos
Materiais utilizados: Vasilhame de shampoo, tinta, cola, papelão, papel, caixa de coador de café e jornal
Como jogar/interagir: Interagir com o brinquedo.


Bilboquê


Autor: Formação de professores
Materiais utilizados: Garrafa pet, barbante e  tinta.
Como jogar/interagir: Acertar a bola dentro do funil.


Boliche


Autor: Lixo arte
Materiais utilizados: Garrafas PET, bola de madeira e fita adesiva colorida
Como jogar/interagir: Cada jogador deve tentar derrubar o maior número de pinos arremessando a bola na direção dos mesmos.


Dado


Autor: Estagiária do Instituto  Estre Carol.
Materiais utilizados: Folhas sulfites e canetinhas coloridas.
Como jogar/interagir: Interagir com o brinquedo.


Vai e vem


Autor: Concurso de brinquedos
Materiais utilizados: Barbante, garrafa pet e fita adesiva
Como jogar/interagir: Cada jogador deve segurar um par de argolas nas pontas do brinquedo. Mantendo as tiras esticadas, o primeiro jogador deve abrir os braços, separando as argolas, enquanto o outro mantém os seus braços fechados, enquanto a garrafa pet chega até ele. Repete-se o movimento.


Mancala



Autor: Brinqueduca
Materiais utilizados: Caixa de ovos, tampas e milho.
Como jogar/interagir: O objetivo é colher o maior número possível de sementes. Terminada a partida, o jogador com mais sementes guardadas na sua mancala é o vencedor. O tabuleiro é dividido ao meio e são colocadas 4 sementes em cada cava de todo o tabuleiro. As duas cavas maiores são para guardar a colheita de cada jogador.  O primeiro jogador, recolhe suas sementes e coloca-as no sentindo anti-horário em cada uma das outras cavas, assim por diante. A colheita acontece quando um jogador coloca a última semente distribuída na jogada em uma das cavas do oponente e esta fica com duas ou três sementes. As sementes são colhidas e colocadas na mancala do jogador que semeou e colheu.  Se as cavas procedentes ainda tiverem sementes, elas são colhidas até encontrarem cavas vazias ou chegarem ao final do tabuleiro. Nunca se colhe no seu próprio lado do tabuleiro  O jogo termina quando todas as 6 casas de um lado do tabuleiro ficarem vazias. Se o oponente não tiver nenhuma semente e o jogador tiver condições de fazer um movimento que termine colocando sementes nas cavas do oponente, isso deverá ser feito, acarretando o término do jogo caso não o faça.



Jogo de damas


Autor: Doação de escola (EM Mª Miguel Jaubut – 3ª série – Profª Fernanda)
Materiais utilizados: Papelão, tinta e tampas de garrafa.
Como jogar/interagir: É jogado com dois parceiros, um com 12 pedras brancas e outro com 12 pedras pretas. Começa com quem está com as pedras brancas, a pedra só anda para a frente e uma casa de cada vez, podendo capturar tanto para a frente ou para trás. Quando ela atinge a última linha do tabuleiro é promovida à dama, que pode andar para frente e para trás quantas casas quiser, não podendo saltar uma pedra da mesma cor, não existindo sopro e duas ou mais peças juntas, na mesma diagonal, não podem ser capturadas. A pedra vale o mesmo que a dama. É obrigatório a captura de todas as peças que forem possíveis, podendo se passar mais de uma vez pela mesma casa vazia, não sendo permitido capturar duas vezes a mesma peça e as mesmas não podem ser retiradas do tabuleiro antes do fim do lance de captura. Após 20 lances consecutivos sem captura ou deslocamento de pedra a partida é considerada empatada assim como 5 lances consecutivos e finais de 2 damas contra 2 damas, 2 damas contra uma, 2 damas contra uma dama e uma pedra, uma dama contra uma dama e uma dama contra uma dama de uma pedra.


Memória de tampas


Autor: Doação de escola (EMEF Armelinda – 1ª Ano A)
Materiais utilizados: 18 caixas plásticas de rolos de filme, 18 tampas de garrafa pet coloridas (2 de cada cor), vasilhame com tampa.
Como jogar/interagir: Coloque as caixas plásticas viradas para baixo, com as tampas escondidas, misture-as e procure as tampas iguais.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Jogos Educacionais para Crianças Autistas


O projeto Autism Games é uma colaboração entre a Multimedia Swinburne University Design Program, Bulleen Heights Specialist School, Awinburne Autism Bio-Research Initiative (SABRI) e o National eTherapy Centre (NeTC). O objetivo deste projeto é ajudar crianças com autismo moderado a grave a desenvolverem habilidades de vida independente.
Criado por mais de 80 alunos 8 professores e 10 especialistas em autismo, o projeto representa mais de 16 mil horas de pesquisa e desenvolvimento.

O projeto Autism Games integra dois sites: 
  •  AutismGames -   para pais e professores com instruções sobre como usar os jogos e seus objetivos;
  •  WhizKidGames - com os jogos para as crianças. 

Jogos matemáticos


O site IXL oferece uma grande variedade de jogos matemáticos organizados por categoria e de acordo com o nível dos alunos, tornando a prática da matemática divertida com atividades desafiadoras e estimulantes.

Laboratório virtual de Matemática


Conteúdo Elaborado na Unijuí em parceria com o NTE de Ijuí e RIVED/SEE/MEC com participação de alunos de Matemática , Física, Informática e Design professores da rede Estadual e Municipal de municípios ligados à 36 CRE/Ijuí Matemática , Física, Informática e Design professores da rede Estadual e Municipal de municípios ligados à 36 CRE/Ijuí .
"Nesse espaço é possivel encontrar diversos softwares on-line, já divididos por etapas. Também é possivel encontrar um conjunto de links, dicas e apostilas. 

Educopédia




A Educopédia é uma plataforma online colaborativa de aulas digitais, onde alunos e professores podem acessar atividades autoexplicativas de forma lúdica e prática, de qualquer lugar e a qualquer hora. As aulas incluem planos de aula e apresentações voltados para professores que queiram utilizar as atividades nas salas, com os alunos.
 As atividades incluem vídeos, animações, imagens, textos, podcasts, mini-testes e jogos, seguindo um roteiro pré-definido que obedece a teorias de metacognição. A plataforma visa melhorar a qualidade da experiência educacional, a partir da utilização das novas tecnologias e novas descobertas da neurociência, para a criação de um modelo pedagógico que melhor responda às demandas das crianças e jovens.

Jogos para Crianças Autistas



Jogo desenvolvido para crianças autistas entre cinco e nove anos  permite à criança associar nomes e imagens de objetos, ampliando seu vocabulário. Também pode ser utilizado com crianças dos anos iniciais do Ensino Fundamental.

Existe ainda a possibilidade de configurar o jogo para que, em vez de objetos, apareçam palavras, o que o torna útil também para auxiliar no aprendizado das palavras escritas.

Os Pensadores da Educação

Jean Piaget


O cientista suíço revolucionou o modo de encarar a educação de crianças ao mostrar que elas não pensam como os adultos


Jean Piaget
Piaget acreditou e comprovou que o conhecimento vem das descobertas que a criança faz

Jean Piaget nasceu em Neuchâtel, Suíça, em 1896. Aos 10 anos publicou seu primeiro artigo científico, sobre um pardal albino. Desde cedo interessado em filosofia, religião e ciência, formou-se em biologia na Universidade de Neuchâtel e, aos 23 anos, mudou-se para Zurique, onde começou a trabalhar com o estudo do raciocínio da criança sob a ótica da psicologia experimental. Em 1924, publicou o primeiro de mais de 50 livros, A Linguagem e o Pensamento na Criança. Antes do fim da década de 1930, já havia ocupado cargos importantes nas principais universidades suíças, além da diretoria do Instituto Jean-Jacques Rousseau, ao lado de seu mestre, Édouard Claparède (1873-1940). Foi também nesse período que acompanhou a infância dos três filhos, uma das grandes fontes do trabalho de observação do que chamou de "ajustamento progressivo do saber". Até o fim da vida, recebeu títulos honorários de algumas das principais universidades européias e norte-americanas. Morreu em 1980 em Genebra, na Suíça.

Jean Piaget foi o nome mais influente no campo da educação durante a segunda metade do século 20, a ponto de quase se tornar sinônimo de pedagogia. Não existe, entretanto, um método Piaget, como ele próprio gostava de frisar. Ele nunca atuou como pedagogo. Antes de mais nada, Piaget foi biólogo e dedicou a vida a submeter à observação científica rigorosa o processo de aquisição de conhecimento pelo ser humano, particularmente a criança. Do estudo das concepções infantis de tempo, espaço, causalidade física, movimento e velocidade, Piaget criou um campo de investigação que denominou epistemologia genética – isto é, uma teoria do conhecimento centrada no desenvolvimento natural da criança. Segundo ele, o pensamento infantil passa por quatro estágios,
desde o nascimento até o início da adolescência, quando a capacidade plena de raciocínio é atingida.
“A grande contribuição de Piaget foi estudar o raciocínio lógico-matemático, que é fundamental na escola mas não pode ser ensinado, dependendo de uma estrutura de conhecimento da criança”, diz Lino de Macedo, professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo.

As descobertas de Piaget tiveram grande impacto na pedagogia, mas, de certa forma, demonstraram que a transmissão de conhecimentos é uma possibilidade limitada. Por um lado, não se pode fazer uma criança aprender o que ela ainda não tem condições de absorver. Por outro, mesmo tendo essas condições, não vai se interessar a não ser por conteúdos que lhe façam falta em termos cognitivos.

Isso porque, para o cientista suíço, o conhecimento se dá por descobertas que a própria criança faz – um mecanismo que outros pensadores antes dele já haviam intuído, mas que ele submeteu à comprovação na prática. Vem de Piaget a idéia de que o aprendizado
é construído pelo aluno e é sua teoria que inaugura a corrente construtivista. Educar, para Piaget, é “provocar a atividade” – isto é, estimular a procura do conhecimento. “O professor não deve pensar no que a criança é, mas no que ela pode se tornar”, diz Lino de Macedo. 

totalgifs.com borboletas gif gif 74.gifAssimilação e 

                       Acomodação

Com Piaget, ficou claro que as crianças não raciocinam como os adultos e apenas gradualmente se inserem nas regras, valores e símbolos da maturidade psicológica. Essa inserção se dá mediante dois mecanismos: assimilação e acomodação.

O primeiro consiste em incorporar objetos do mundo exterior a esquemas mentais reexistentes. Por exemplo: a criança que tem a idéia mental de uma ave como animal voador, com penas e asas, ao observar um avestruz vai tentar assimilá-lo a um esquema que não corresponde totalmente ao conhecido. Já a acomodação se refere a modificações dos sistemas de assimilação por influência do mundo externo. Assim, depois de aprender que um avestruz não voa, a criança vai adaptar seu conceito “geral” de ave para incluir as que não voam.


totalgifs.com borboletas gif gif 74.gifAjudando o desenvolvimento
                        do aluno
A obra de Piaget leva à conclusão de que o trabalho de educar crianças não se refere tanto à transmissão de conteúdos quanto a favorecer a atividade mental do aluno. Conhecer sua obra, portanto, pode ajudar o professor a tornar seu trabalho mais eficiente. Algumas escolas planejam as suas atividades de acordo com os estágios do desenvolvimento cognitivo. Nas classes de Educação Infantil com crianças entre 2 e 3 anos, por exemplo, não é difícil perceber que elas estão em plena descoberta da representação. Começam a brincar de ser outra pessoa, com imitação das atividades vistas em casa e dos personagens das histórias. A escola fará bem em dar vazão a isso promovendo uma ampliação do repertório de referências. Mas é importante lembrar que os modelos teóricos são sempre parciais e que, no caso de Piaget em particular, não existem receitas para a sala de aula.


totalgifs.com borboletas gif gif 74.gifPara pensar

Os críticos de Piaget costumam dizer que ele deu importância excessiva aos processos individuais e internos de aquisição do aprendizado. Os que afirmam isso em geral contrapõem a obra piagetiana à do pensador bielo-russo Lev Vygotsky (1896-1934). Para ele, como para Piaget, o aprendizado se dá por interação entre estruturas internas e contextos externos. A diferença é que, segundo
Vygotsky, esse aprendizado depende fundamentalmente da influência
ativa do meio social, que Piaget tendia a considerar apenas uma
“interferência” na construção do conhecimento. “É preciso lembrar
que Piaget queria abordar o conhecimento do ponto de vista
de qualquer criança”, diz Lino de Macedo em defesa do cientista
suíço. Pela sua experiência em sala de aula, que peso o meio social
tem nos processos propriamente cognitivos das crianças? Como você pode influir nisso?

totalgifs.com borboletas gif gif 74.gifLivros que ele escreveu
Biologia e Conhecimento
Epistemologia Genética, de Jean Piaget

totalgifs.com borboletas gif gif 74.gifFrases 
“O conhecimento não pode ser uma cópia, visto que é sempre uma relação entre objeto e sujeito”
“Se o indivíduo é passivo intelectualmente, não conseguirá ser livre moralmente” 


totalgifs.com borboletas gif gif 74.gifO que ler:
Linguagem e pensamento na criança, J. Piaget (1923)
Formação do símbolo na criança, J. Piaget (1946)